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Confiança do Consumidor avança em novembro

Em relação à situação atual, o destaque foi o indicador que mede o grau de satisfação com a economia, com alta de 3,3 pontos

Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE) avançou 7,1 pontos em novembro atingindo 93,2 pontos, o maior nível desde julho de 2014 (93,8). Após avançar pelo segundo mês consecutivo, o índice acumula uma alta 11,1 pontos no bimestre outubro-novembro, a maior da série histórica iniciada em setembro de 2005.

“Depois de um período de desconfiança, os consumidores voltam a ficar otimistas em relação às perspectivas econômicas do país, às finanças familiares e ao emprego. Mas além de se mostrar ‘esperançoso’ sobre o futuro, os consumidores já se mostram menos insatisfeitos com o presente. O resultado parece ter sido influenciado pela redução das incertezas políticas e o efeito ‘Lua de Mel’ com o novo governo”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor.

Em novembro, houve melhora tanto nas avaliações sobre a situação atual quanto nas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 2,7 pontos, de 71,9 pontos para 74,6 pontos, maior nível desde maio (77,2). O Índice de Expectativas (IE) cresceu 9,8 pontos, ao passar de 96,6 para 106,4 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2013 (106,7 pontos). O resultado mostra que a proporção de respostas otimistas supera a de pessimistas pela primeira vez desde março deste ano, acumulando uma alta de 16,7 pontos nos últimos dois meses.

Em relação à situação atual, o destaque foi o indicador que mede o grau de satisfação com a economia, com alta de 3,3 pontos, para 81,1 pontos, o maior nível desde maio deste ano (82,0).

Em relação às perspectivas futuras, o indicador que mede o otimismo com a evolução da situação econômica nos próximos seis meses foi o que mais contribuiu para a alta da confiança em novembro, ao avançar 20,0 pontos e atingir 126,1 pontos, o maior nível da série histórica.

A expectativa sobre a situação familiar também se tornou otimista, com uma alta de 13,5 pontos, para 106,9 pontos, o maior nível desde setembro de 2013 (108,2).

Apesar de uma recuperação do otimismo sobre as finanças pessoais, houve devolução de 45% da alta observada no mês passado do indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis, que caiu 5,4 pontos em novembro, para 85,3 pontos.

Houve aumento da confiança em todas as classes de renda. Em médias móveis trimestrais, entretanto, nota-se um maior avanço entre os consumidores de maior poder aquisitivo, cuja confiança já vem subindo desde setembro, com alta de 4,3 pontos, em novembro, contra 3,1 pontos do indicador de média móvel do ICC.

No bimestre outubro-novembro, a maior alta foi da faixa de renda mais baixa, de 14,1 pontos, mas nessa faixa a confiança havia recuado 3,9 pontos em setembro.

Fonte: FGV
Felipe Negri Vicentini

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