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GRPV – O futuro é digital

O futuro é digital!
GRPV faz receptor automotivo GRD-TV e coloca TV digital veicular em novo patamar
Desde que as transmissões de TV digital foram anunciadas, inúmeras empresas lançaram decodificadores, adaptadores e sistemas que possibilitam a qualquer um, em qualquer lugar, acessar o sinal digital em suas TVs. Porém, o desafio maior do novo sistema é a viabilidade da recepção do sinal em sistemas de TV veiculares. E o êxito da empreitada é evidente, como mostra o sucesso do produto GRD-TV, da empresa GRPV. Para falar um pouco sobre a trajetória da empresa, entrevistamos seu diretor, César Augusto Rossi:

Quando você criou a GRPV?
Nossa empresa existe há dois anos, e nós nascemos de uma visão de que o mercado para TV digital iria crescer exponencialmente. E há, claro, um filão inexplorado: o da transmissão veicular, que era prejudicada pela baixa qualidade de recepção em sistemas em movimento.

E isso foi reduzido com o advento da tecnologia digital?
Reduzido, não – foi solucionado. A transmissão digital veicular é perfeita, idêntica à da recepção em um sistema residencial.

Como tem sido a receptividade do público ao novo sistema digital?
Tem sido muito bom, mas vale ressaltar que há dificuldades.

Causadas pelo quê?
Pelo desconhecimento e pouca familiaridade com o novo sistema. Veja bem: ao contrário da transmissão analógica, o sistema digital não tem imagem ruim.

Como assim?
Ou tem imagem, ou não tem. Você já deve ter visto isso na transmissão digital das TVs a cabo, em sua casa: de vez em quando, a imagem “congela” para – num segundo momento – voltar ao normal. A má transmissão digital é assim: a imagem “congela” e interrompe a transmissão.

Então, ela não tem chuviscos, barras, ruídos…
Não, não tem – se tiver, é sinal analógico que o seu sistema ou dispositivo está recebendo, e aí tem alguma coisa errada.

Nos sistemas de TV veicular, deve haver um desafio maior para a recepção, já que é um sistema em movimento…
Muito pelo contrário: a recepção é tão boa quanto no sistema residencial. Perfeito, mesmo em túneis ou áreas de reconhecida interferência no sistema analógico. Não há obstáculos que impeçam a recepção, e esta é a vantagem.

E as reclamações de que os usuários tanto falam sobre a recepção do sinal digital?
Olha, tudo isso está ligado àquela falta de traquejo com o novo sistema. Um caso: você está em São Paulo, capital. Há 15 emissoras transmitindo em sinal digital. Você roda a cidade inteira – a Grande SP toda – sem nenhum problema. Mas, num momento, resolve viajar para o litoral ou interior (Campinas, por exemplo). No meio da estrada, você perde o sinal e não consegue mais sintonizar as emissoras. E aí?

Acontece?
Acontece. Para resolver, o usuário precisa apenas fazer um novo escaneamento dos canais no sistema (receptor ou multimídia). Num clique, ele vai ter os canais de volta.

Confira a entrevista completa na 33 edição da Revista AutoMOTIVO.

fabio codellos

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